7 de dezembro de 2010

À MATEMÁTICA, COM AMOR

Era uma vez uma senhora muito inteligente e sábia, chamada Matemática.

Certo dia, Matemática saiu para passear e encontrou uma velha amiga, a Língua Portuguesa.

Ao ver Matemática, a amiga foi logo dizendo:

- Nossa, amiga, você está cada vez mais renovada!

- Você também está ótima querida, parece que passou por uma grande reformulação! - respondeu Matemática.

- Então, estamos maravilhosas! - acrescentou Língua Portuguesa.

Conversa vai...conversa vem...Língua Portuguesa quis saber porque haviam pessoas que amavam sua amiga Matemática, e outras, que a odiavam.

Matemática, sem muitos rodeios, foi logo respondendo:

- Porque sou uma pessoa especial!

- Por que você diz isso? - perguntou Língua Portuguesa.

- Pense comigo: O que seria das pessoas sem mim? O que seria dos comerciantes se não me conhecessem? Eles vivem se aproveitando de meus números, meu peso, minha área, minhas horas e, até do meu dinheiro. - respondeu Matemática.

- E o que você me diz dos que te odeiam? - perguntou novamente Língua Portuguesa.

- As pessoas que me odeiam, são aquelas que não conseguiram perceber minha utilidade, exatidão e eficiência - respondeu Matemática.

Entre várias perguntas e respostas, as duas iam passeando pelos jardins  de um grande parque, repleto de belíssimas árvores,  enquanto lembravam-se da velha amiga dos tempos de escola, a Ciências, que adorava passear naquele lugar tão lindo.

Ao ver tanta gente passeando no parque, Língua Portuguesa resolveu perguntar à amiga o que ela faria para conquistar todas as pessoas no mundo.

Matemática pensou muito, e respondeu à amiga que utilizaria uma velha estratégia de Língua Portuguesa, as palavras.

- Então, o que você diria? - perguntou, curiosa, Língua Portuguesa.

Matemática respondeu com todo orgulho:

- Eu diria a todos: Somem suas alegrias, subtraiam suas tristezas, multipliquem suas aprendizagens e dividam seus conhecimentos. Só assim, terão um milhão de motivos para me amar!


Escrevi esta história pensando nos que amam a Matemática, e naqueles, que um dia, ainda se apaixonarão por ela.

Por  Marina Marques

4 de dezembro de 2010

CONTEXTOS EM VOLUNTARIADO


Por Sueli Felizardo

“Suponho que me entender não é só uma questão de inteligência.          
E sim de sentir, de entrar em contato...
ou toca, ou não toca”.         Clarice Lispector
      
Dia 05 de dezembro é o Dia Internacional do VOLUNTÁRIO.  Uma data especial para o reconhecimento do trabalho voluntário. Dia de comemorar a solidariedade, o empenho e dedicação de pessoas que doam seu tempo e talento para construir o presente e um futuro melhor.
Parabéns voluntários!!!!
Definição utilizada pelo Centro de Voluntariado de São Paulo: “Voluntário é a pessoa que, motivada por valores de participação e solidariedade, doa seu TEMPO  TRABALHO e TALENTO de maneira espontânea e não remunerada, para causas de interesse social e comunitário.”

Falar de voluntariado é falar de emoção.  Experiências únicas, momentos de construções e crescimento, energias positivas, aprendizados, trocas... Responsabilidade e comprometimento, palavras e ações que se unem ao respeito ao próximo e ao desejo de um mundo mais justo. 
Ser voluntário é uma escolha, é ter disponibilidade de doar-se, é ter paixão pelo que se faz, é ter brilho no olhar, é construir um mundo mais justo. Cada um tem a sua motivação, seja religiosa, seja conhecer outras pessoas, ser útil, retribuir algo, fazer a diferença, etc. Cada um tem seu talento, sabe fazer bem algo. O que é necessário é ter vontade, que seja uma atitude espontânea, mudar a visão assistencialista para a visão de transformação social. É escolher o que e onde fazer de forma consciente, levando em conta o contexto, percebendo a realidade apresentada e com o que se pode contribuir para que ação tenha sentido e faça a diferença.

Quando alguém escolhe ser voluntário doa o que tem de melhor: seu tempo e talento!
O melhor de tudo é que quando o voluntário se dá conta, percebe que ganha muito, muito, muito, e essa sensação é traduzida em imensos sorrisos.  Aprende e/ou fortalece suas habilidades: iniciativa, proatividade, liderança, escuta. Exercita sua cidadania, amplia seu olhar, trabalha em equipe, conhece pessoas diferentes e faz amigos.

Quantas vezes ouvimos: “é só um papelzinho, não faz diferença”  ou “ninguém faz nada”, entre tantas outras. Faz diferença sim!!!! Se cada um fizer a sua parte, transformamos realidades.
Faça a diferença: seja voluntário!!!! 
Se você tem interesse em realizar ações voluntárias e não sabe como, que tal começar assistindo a uma palestra sobre voluntariado e transformação social? Ou procurando uma ONG? Caminho: www.voluntariado.org.br                               

Voluntariado e Educação... Com crianças: voluntariado educativo, com os professores orientando ações e também o incentivo da família com os valores de solidariedade, respeito. Sementinhas... A partir dos 14 anos o adolescente pode realizar trabalho voluntário em ONGs com a autorização dos pais. Sementes...